quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

atividade 4.3


NEGRO NO PORÃO
                A animação da gravura faz a passagem do escravo ao rei, um escravo que estar enjaulado no porão, que se levanta e tenta se desacorrentar, e passa para outra figura que estava fazendo uma bicicleta com a bola que estava acorrentado.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

O USO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO

O USO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO

    
Jandir Luiz Cagliari 1
Geraldo Aparecido de Lima 2
Vanábio Sebastião Pereira da Silva 3


                                  UNEMAT, Vila Rica, MT.
RESUMO
Este artigo retrata alguns fatores importantes da utilização de computadores por crianças e adolescentes na escola e consequentemente seus impactos diretos no aprendizado. A tecnologia da informação representa um importante papel na educação, não devendo, entretanto, representar uma finalidade em si mesma, mas sim, sendo utilizada como ferramenta auxiliar no processo de aprendizagem.

Palavras chave: Tecnologia; Criança; Educação; Aprendizado.
   
1- INTRODUÇÃO

A informática educacional tem como objetivo permitir aos alunos o contato com este mundo informatizado, sendo mais um recurso para haver uma aprendizagem mais prazerosa, através de softwares educativos com conteúdos trabalhados em sala de aula pelo professor. Trabalhar com o computador é uma possibilidade de ampliar e diversificar a prática pedagógica. O computador possibilita a utilização de estratégias que não se restringem ao simples uso e manuseio de uma máquina.
A tecnologia pode ser representada por um conjunto de características especificas do sistema técnico no cenário em que a mesma atua. Podemos então definir resumidamente o que seria tecnologia, como sendo qualquer insumo de produto criado ou então inovado, e que este por sinal tenha seu devido mercado, representado pelas necessidades de utilização no meio em que se encontra inserido.
É notório, portanto, o uso de novas tecnologias pelo indivíduo na organização, onde pelo fator do próprio pré-requisito, é na escola (educação) que devemos nos preparar, isto é, é nesse momento que temos a chance de obtermos conhecimento e sabedoria a fim de estarmos preparados para a futura investida no mercado de trabalho.
   
2- MÉTODOS

Para a realização do presente estudo foi realizada uma pesquisa bibliográfica utilizando artigos que abordam sobre o uso das tecnologias de informática na educação, principalmente na infância.

3- FUNDAMENTAÇÕES TEÓRICAS
Tecnologia:

 Na utilização da tecnologia, principalmente a informática, em nosso cotidiano é condição  para a realização de nossas tarefas e afazeres mais básicos, o que não dizer no difícil acréscimo profissional. Sabemos que a evolução tecnológica é como uma bola de neve, isto é, cresce a cada dia, e a ausência desse conhecimento faz-nos distanciar gradativamente do mundo real. Mas e o adolescente? E a criança? Os pais, alunos e profissionais da área acadêmica e outros profissionais pela educação de nossas crianças, vivem hoje uma grande preocupação: a necessidade de preparo técnico devido à presença marcante da tecnologia em nossas vidas seja nos bancos, nas residências e principalmente nas escolas. Será que todas as pessoas efetivamente, estão preparadas para a implementação da tecnologia na educação?
Oliveira (2008) destaca a importância da informática no processo de ensino:

Sabe-se que o sucesso educacional não se concentra apenas nas ferramentas metodológicas utilizadas, mas em especial na presença do professor, que está constantemente procurando meios para melhorar a qualidade do ensino. Neste sentido, a tecnologia da informática possibilita um novo caminho a ser percorrido.
   
Criança e Educação:

Seguindo alguns princípios de Piaget (1975 apud Rosini, 2010 ), se vê por exemplo, no caso de crianças, que as mesmas devem ter um determinado tempo adequado para gozar a sua infância, ter um período ideal para entrada na escola e começar a partir dê  ser alfabetizada, ou seja, a criança deve alcançar e obter certo grau mínimo de maturidade para aí sim se envolver com atribuições de maior responsabilidade. Vygotski(1988) afirma que a aprendizagem é que gera o desenvolvimento, já Piaget afirma que é o desenvolvimento das estruturas mentais que leva à aprendizagem. A partir de Vygotski (1988), afirma-se que:

A Educação não fica a espera do desenvolvimento intelectual da criança e que a função da escola, tendo o professor como mediador da aprendizagem,é levar o aluno adiante, pois quanto mais ele aprende mais se desenvolve mentalmente.

Sabe-se, que pelo simples fato de uma criança olhar e manipular um computador pode levá-la a ter certo impacto num primeiro momento, levando em alguns casos a alterações no quadro psicológico, pois o tratamento é feito com a máquina através de um processo mecanicista e artificial e não através do relacionamento com outros seres humanos. Deve-se preocupar em propor e executar todas as técnicas viáveis e até aqui conhecidas tradicionalmente de aprendizado com as crianças, visando a influenciar sua imaginação, coordenação motora e criatividade como sempre.


Aprendizado:

Como se sabe, o computador (hardware) só é capaz de processar dados, mas em nível lógico (software) pode-se trabalhar com informações, editando textos, automatizando processos, a partir dos fundamentos trazidos pela teoria da informação pode esboçar mais o fluxo do conhecimento e da sabedoria, conforme relata Bonilla (1997, p.02 apud Oliveira, 2008) diz:

O computador é um recurso que pode desencadear uma nova dinâmica educacional, proporcionado à possibilidade de mudanças de paradigmas, pois facilita o fazer, o executar e criar coisas encurta as distâncias e facilita a comunicação. Portanto a sua utilização na educação significa uma possibilidade de estruturar, potencializar e fortalecer novas ideias, que podem transformar a escola num espaço vivo de produção, recepção e socialização de conhecimentos.

O conhecimento, supostamente é adquirido primeiramente através do processo de comunicação existente no meio localizado, gerando informações ao mesmo.  Através destas informações, poderemos adquirir ou não o conhecimento esperado. Isto nos leva a discorrer um pouco sobre a sabedoria. Onde o saber é desenvolvido através da vivência, e não exclusivamente pela inteligência. Envolve saber dispor do conhecimento e da ação de modo a trazer o máximo beneficio para os indivíduos. Se o conhecimento muitas vezes nos leva a uma postura arrogante, a sabedoria só se atinge a partir da humildade, podendo ser entendida em função da ação associada e no contexto e no momento específico desta ação, não podendo ser expressa em termos de regras, isto é, não pode ser generalizada, nem transmitida diretamente, sendo inseparável da realização pessoal daquele que busca o saber.

 4- CONSIDERAÇÕES FINAIS
 De acordo com o exposto nesse trabalho, ficam evidenciados os apontamentos e conclui-se que o fator fundamental no processo de aprendizagem com a utilização da tecnologia de informática com crianças e adolescentes é que, não se pode em hipótese alguma tornar esse método (ferramenta) como prioritário no ensino, isto é, como condição, mas sim em uma segunda ordem de escala e importância, como sendo um "pano de fundo", permitindo somente a estas crianças e adolescentes a utilização lúdica da tecnologia, preparando-as assim para uma melhor vida futura e presente, através do acompanhamento dessa evolução tecnológica, despertando desta maneira a utilização racional dessa tecnologia nas novas eras.









5- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
NEVES, Rita de Araújo. Vygotsky e as teorias da aprendizagem. Universidade Federal de Pelotas, RS. Ano 2006. Consulta em 12/11/2012.
OLIVEIRA, Nilza Ap. Silva. O Uso da Tecnologia da Informática na Educação – da Teoria à Prática. Ano 2008. http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/1019-4.pdf, consulta em 12/11/2012.
ROSINI, Alessandro Marco.  O uso da tecnologia da informática na educação. Uma reflexão no ensino com crianças. Ano 2010. Consulta em 12/11/2012.
                                  







                                























terça-feira, 16 de outubro de 2012

POR UNA CABEZA



Por uma cabeça de um nobre alazão Que desponta justamente na chegada E que ao regressar parece dizer Não esqueça, irmão, vós sabeis, não há o que julgar Por uma cabeça, desejo de um dia Daquela linda e perfumada mulher Que ao jurar sorrindo o amor que está mentindo Queima na fogueira todo o meu querer. Por uma cabeça Todas as loucuras Sua boca que beija Apaga a tristeza Acalma a amargura Por uma cabeça Se ela me esquece Que me importa perder Mil vezes a vida Para que viver?...Quantos desenganos, por uma cabeça, Eu jurei mil vezes, não volto a insistir Mas se me lança um olhar ao passar Sua boca de fogo, outra vez quero beijar. Chega de corridas, se acabou a farra, Um final renhido eu não torno a ver Mas se algum bingo chega a ser ficha até domingo Eu me jogo inteiro, que eu vou fazer?

CANDIDO PORTINARI - OBRAS E RELEITURAS


Candido Portinari pintor brasileira, cria um quadro que apresenta negros trabalhando na colheita de café. Balcão varanda de casa, banda de músicos cantando, trabalho com a cana de açúcar. Cangaceiro em ação, casamento na roça, circo Denise com gato, Denise em pé junto a mesa, descobrimento do brasil. Dina pastora, Dom Quixoto, espantalho no arrozal, espantalho, espantalho1, espantalho2, espantalho3, fores.
            Florestas com animais, jogo de futebol, angadas do nordeste, marinha, menina do laço, menina com tranças e laços azuis, menina sentada, menino com carneiro, menino com carneiro2, menino com estilingue. Menino com estilingue2, menino do tabuleiro, menino brincando, meninos no balanço, menino pulando carniça, crianças brincando, menino soltando pipas, moleques pulando cela.
            Mulheres, músicos triste, músicos, palhacinhos na gangorra,retirantes, retrato de João Candido, pipas, retrato de João Candido com cavalo, mestiço, o lavrador de café, colheita de cana, vasos de flores, cangaceiro 1955, flautista, autorretrato, releituras das obras de Portinari, menino com canoeiro.

plano de aula


Tema
Análise linguística
Produção, leitura, análise e reflexão sobre linguagens
Relações sociopragmáticas e discursivas

CONCEITO DE CURRÍCULO E O PROCESSO DE INTEGRAÇÃO DE TECNOLOGIAS AO CURRÍCULO


Para falar sobre o currículo escolar, devemos perguntar: O que é currículo? A resposta pode variar muito e até ser antagônica, dependendo da visão de mundo que se tem. Muitos consideram currículo apenas a grade curricular, ou seja, a divisão em disciplinas e os conteúdos trabalhados por elas.
Primeiro, vamos entender o significado da palavra. “Currículo: do latim “currere” = carreira. Portanto, currículo é o conjunto de conhecimentos e práticas a serem realizados em uma instituição de ensino”.  “Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, os currículos escolares promovem uma definição das disciplinas e distribuição dos conteúdos entre os componentes curriculares propostos. Um currículo pode ser definido por uma rede de ensino para todas as suas escolas”. 
            O currículo reflete todas as experiências em termos de conhecimento que serão proporcionadas aos alunos. Neste aspecto penso que possa incluir os projetos pedagógicos e o uso das tecnologias de informação e comunicação como coadjuvantes na formação do aluno, com observância do currículo como sendo algo passível de ser adaptado e não imposto.
"Currículo é a experiência, conhecimentos e saberes que se espera fazer aprender na escola de acordo com o que se julgam relevante e necessário na sociedade num dado tempo e contexto. Entende-se também que currículo é também uma questão de identidade. Podendo-se considerar currículo como seleção de conhecimentos." 
            Hoje são inegáveis as contribuições das tecnologias ao desenvolvimento do currículo, quando o professor tem objetivos claros na sua utilização, conhece os recursos que utiliza e integra-os ao seu projeto curricular.
Estou de acordo com a fala da Professora Euzilene, “devemos, aliar tecnologia e currículo e potencializar a transformação em sala de aula, pois esta aliança gera aprendizagem ativa, uma vez que os alunos se identificam muito mais com aulas em que a tecnologia é utilizada e desta forma rompem com a linearidade do pensamento e aprendem novas e múltiplas linguagens."
            As tecnologias dão suporte ao currículo, participando como ferramentas capazes de atuar como apoio às elaborações de raciocínio no que se refere ao acesso de idéias, conceitos, imagens, permitindo associações mentais para a elaboração do conhecimento. O responsável por esse elo é o professor. Ele fará o entendimento e o uso das tecnologias adaptadas ao currículo conforme a sua visão, adaptando e frisando a importância do desenvolvimento da capacidade de pensar, aprender, interagir com o meio em que vive.
No entanto, é preciso haver um planejamento de projetos eficaz e fundamentado nas bases curriculares, com a utilização das tecnologias e mídias educacionais, de forma que possa interagir positivamente no processo ensino aprendizagem. 
            Nesse contexto, “desenvolver projetos no âmbito do currículo escolar requer atualização da parte dele e conhecimento com as tecnologias, a ser inseridas em suas metodologias de ensino. Mas é preciso levar em conta à proposta curricular da escola, os interesses do aluno, as possibilidades, para propor uma nova prática pedagógica através de projetos”.
Pensando assim, “professores e alunos participam de um processo de produção do “saber”. São co-autores de projetos quando participam juntos da elaboração, execução e avaliação das ideias e práticas adotadas na escola. Assim, as tecnologias servem de base para inovar a prática pedagógica adaptada ao currículo.”