terça-feira, 16 de outubro de 2012

POR UNA CABEZA



Por uma cabeça de um nobre alazão Que desponta justamente na chegada E que ao regressar parece dizer Não esqueça, irmão, vós sabeis, não há o que julgar Por uma cabeça, desejo de um dia Daquela linda e perfumada mulher Que ao jurar sorrindo o amor que está mentindo Queima na fogueira todo o meu querer. Por uma cabeça Todas as loucuras Sua boca que beija Apaga a tristeza Acalma a amargura Por uma cabeça Se ela me esquece Que me importa perder Mil vezes a vida Para que viver?...Quantos desenganos, por uma cabeça, Eu jurei mil vezes, não volto a insistir Mas se me lança um olhar ao passar Sua boca de fogo, outra vez quero beijar. Chega de corridas, se acabou a farra, Um final renhido eu não torno a ver Mas se algum bingo chega a ser ficha até domingo Eu me jogo inteiro, que eu vou fazer?

CANDIDO PORTINARI - OBRAS E RELEITURAS


Candido Portinari pintor brasileira, cria um quadro que apresenta negros trabalhando na colheita de café. Balcão varanda de casa, banda de músicos cantando, trabalho com a cana de açúcar. Cangaceiro em ação, casamento na roça, circo Denise com gato, Denise em pé junto a mesa, descobrimento do brasil. Dina pastora, Dom Quixoto, espantalho no arrozal, espantalho, espantalho1, espantalho2, espantalho3, fores.
            Florestas com animais, jogo de futebol, angadas do nordeste, marinha, menina do laço, menina com tranças e laços azuis, menina sentada, menino com carneiro, menino com carneiro2, menino com estilingue. Menino com estilingue2, menino do tabuleiro, menino brincando, meninos no balanço, menino pulando carniça, crianças brincando, menino soltando pipas, moleques pulando cela.
            Mulheres, músicos triste, músicos, palhacinhos na gangorra,retirantes, retrato de João Candido, pipas, retrato de João Candido com cavalo, mestiço, o lavrador de café, colheita de cana, vasos de flores, cangaceiro 1955, flautista, autorretrato, releituras das obras de Portinari, menino com canoeiro.

plano de aula


Tema
Análise linguística
Produção, leitura, análise e reflexão sobre linguagens
Relações sociopragmáticas e discursivas

CONCEITO DE CURRÍCULO E O PROCESSO DE INTEGRAÇÃO DE TECNOLOGIAS AO CURRÍCULO


Para falar sobre o currículo escolar, devemos perguntar: O que é currículo? A resposta pode variar muito e até ser antagônica, dependendo da visão de mundo que se tem. Muitos consideram currículo apenas a grade curricular, ou seja, a divisão em disciplinas e os conteúdos trabalhados por elas.
Primeiro, vamos entender o significado da palavra. “Currículo: do latim “currere” = carreira. Portanto, currículo é o conjunto de conhecimentos e práticas a serem realizados em uma instituição de ensino”.  “Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, os currículos escolares promovem uma definição das disciplinas e distribuição dos conteúdos entre os componentes curriculares propostos. Um currículo pode ser definido por uma rede de ensino para todas as suas escolas”. 
            O currículo reflete todas as experiências em termos de conhecimento que serão proporcionadas aos alunos. Neste aspecto penso que possa incluir os projetos pedagógicos e o uso das tecnologias de informação e comunicação como coadjuvantes na formação do aluno, com observância do currículo como sendo algo passível de ser adaptado e não imposto.
"Currículo é a experiência, conhecimentos e saberes que se espera fazer aprender na escola de acordo com o que se julgam relevante e necessário na sociedade num dado tempo e contexto. Entende-se também que currículo é também uma questão de identidade. Podendo-se considerar currículo como seleção de conhecimentos." 
            Hoje são inegáveis as contribuições das tecnologias ao desenvolvimento do currículo, quando o professor tem objetivos claros na sua utilização, conhece os recursos que utiliza e integra-os ao seu projeto curricular.
Estou de acordo com a fala da Professora Euzilene, “devemos, aliar tecnologia e currículo e potencializar a transformação em sala de aula, pois esta aliança gera aprendizagem ativa, uma vez que os alunos se identificam muito mais com aulas em que a tecnologia é utilizada e desta forma rompem com a linearidade do pensamento e aprendem novas e múltiplas linguagens."
            As tecnologias dão suporte ao currículo, participando como ferramentas capazes de atuar como apoio às elaborações de raciocínio no que se refere ao acesso de idéias, conceitos, imagens, permitindo associações mentais para a elaboração do conhecimento. O responsável por esse elo é o professor. Ele fará o entendimento e o uso das tecnologias adaptadas ao currículo conforme a sua visão, adaptando e frisando a importância do desenvolvimento da capacidade de pensar, aprender, interagir com o meio em que vive.
No entanto, é preciso haver um planejamento de projetos eficaz e fundamentado nas bases curriculares, com a utilização das tecnologias e mídias educacionais, de forma que possa interagir positivamente no processo ensino aprendizagem. 
            Nesse contexto, “desenvolver projetos no âmbito do currículo escolar requer atualização da parte dele e conhecimento com as tecnologias, a ser inseridas em suas metodologias de ensino. Mas é preciso levar em conta à proposta curricular da escola, os interesses do aluno, as possibilidades, para propor uma nova prática pedagógica através de projetos”.
Pensando assim, “professores e alunos participam de um processo de produção do “saber”. São co-autores de projetos quando participam juntos da elaboração, execução e avaliação das ideias e práticas adotadas na escola. Assim, as tecnologias servem de base para inovar a prática pedagógica adaptada ao currículo.”

Reflexão sobre blog,Wike


O Projeto Amora do Colégio de Aplicação da UFRGS, há 10 anos, vem construindo um modelo de trabalho que visa o desenvolvimento da autonomia e criatividade dos alunos. Os Projetos de Aprendizagem, em que a criança desenvolve pesquisas a respeito de temas científicos, aliam este objetivo ao uso de ferramentas de interação e intervenção suportadas por tecnologia. No presente artigo, é descrito o funcionamento do Projeto Amora e o uso de três ferramentas digitais: os blogs, os mapas conceituais (através do software CmapTools) e o Wiki. Nos blogs, cada criança posta um diário com o aprendizado do projeto no dia. Os mapas conceituais são formas de representação alternativas a um texto escrito. O Wiki é um sistema de construção de páginas na internet no qual as crianças desenvolvem as conclusões a respeito de seus projetos.